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Archive for Novembro, 2011

Portuguesa eleita presidente da maior sociedade científica dos EUA

A matemática portuguesa Irene Fonseca foi eleita presidente da Sociedade de Matemática Aplicada e Industrial, sediada em Filadélfia, sendo a primeira vez que um português preside à instituição fundada em 1952, anunciou o Ministério da Educação.

Portuguesa eleita presidente da maior sociedade científica dos EUA
Irene Fonseca

“Irene Fonseca acabou de ser escolhida para um importante cargo científico norte-americano e internacional. Foi eleita presidente da SIAM – Society for Industrial and Applied Mathematics”, a maior sociedade científica dedicada à Matemática Aplicada, constituída por cerca de 13 mil membros individuais e 500 institucionais de todo o mundo, refere o Ministério da Educação e Ciência (MEC) em comunicado.

O ministro da Educação e Ciência, Nuno Crato, já felicitou a investigadora pela eleição para o cargo, considerando que é “mais um reconhecimento” da sua dedicação à investigação.

“Em meu nome e do Ministério da Educação e Ciência felicito-a pela sua eleição como presidente da SIAM. Este é mais um reconhecimento de uma exemplar dedicação à ciência e à investigação que a conduziu a uma brilhante carreira de nível internacional, que nos honra. Os nossos mais sinceros parabéns”, escreveu Nuno Crato numa mensagem enviada à investigadora.

O Ministério da Educação salienta no comunicado que é a primeira vez que um português preside à instituição e a segunda que uma mulher é designada para o cargo desde a sua fundação, em 1952.

Irene Fonseca é professora do Departamento de Ciências Matemáticas da Universidade de Carnegie Mellon, nos Estados Unidos, onde dirige o Center for Nonlinear Analysis.

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Desafio 3

O número fóssil

De um número natural N, multiplicando os seus algarismos obtém-se um novo número. Multiplicando os algarismos deste novo número, obtém-se outro novo número. Podemos repetir este processo até obtermos um número com um só algarismo. É a este número que chamamos fóssil do número N. Por exemplo, o fóssil de 327 é 8, porque 3x2x7 = 42 e 4×2 = 8.

Descobre o maior número de algarismos diferentes cujo fóssil seja um número ímpar.

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Vencedor do 2º ciclo- Xavier 5º C

Vencedor do 2º ciclo- Xavier 5º D

Vencedor 3º ciclo_João 7º C

Vencedor 3º ciclo_João 7º C

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Já fizeste o problema de Novembro?

Já o podes fazer. Já se encontra o enunciado na biblioteca!

Diverte-te!

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Segundo conclusões hoje avançadas pelo CNE, Portugal foi o país da UE que mais progrediu na última década em termos de população que termina pelo menos o 12.º ano, atingindo médias europeias no Ensino Superior, frequentado por um em cada três jovens de 20 anos.
As conclusões foram hoje avançadas pela presidente do Conselho Nacional de Educação (CNE), Ana Maria Bettencourt, e fazem parte do mais recente relatório que este órgão consultivo do Ministério da Educação aprovou, em plenário, em setembro.O estudo sobre a qualificação dos portugueses serviu hoje de base à intervenção da presidente do CNE na abertura de uma conferência da Rede Europeia de Conselhos de Educação, em Lisboa, que contou com a presença da secretária de Estado do Ensino Básico e Secundário, Isabel Leite.Segundo Ana Maria Bettencourt, os avanços de Portugal poderão constituir um exemplo para outros países que têm vindo a baixar nos indicadores em causa, mas os bons resultados conseguidos estão ainda “aquém do exigido”.

A diversificação da oferta de formação profissional bem como da educação de adultos “contribuíram, sem dúvida, para os progressos que pudemos verificar”, reconheceu Ana Bettencourt.

A responsável alertou que é preciso garantir “níveis ainda mais elevados de recuperação”, que permitam ao país recuperar de um atraso de décadas e alcançar as metas estabelecidas para 2020.

“O que só será possível com o recurso a medidas extraordinárias dirigidas à captação de pessoas pouco escolarizadas, com as quais o país tem uma dívida”, defendeu.

O CNE recomenda que é necessário avaliar e melhorar percursos e estratégias, prosseguindo na melhoria da educação e qualificação.

“Sabemos que as dificuldades exigem esforços redobrados das políticas, dos sistemas e das práticas, mas também das instituições, dos atores sociais e das estruturas do tecido empresarial”, sustentou a presidente deste órgão independente.

No mesmo sentido, considerou que o contributo das empresas pode ser decisivo, “quer pela valorização de melhores qualificações em novas admissões, quer pela maior especialização que darão ao setor produtivo, quer ainda pelo desenvolvimento profissional dos seus colaboradores”, permitindo adequar as suas competências às necessidades do mercado de trabalho.

Ana Bettencourt advertiu que a presente crise irá agravar as condições de vida na sociedade portuguesa e “comprometer as oportunidades de emprego”, desejando que as ofertas educativas possam gerar mudanças que reduzam as desigualdades e a exclusão.

A secretária de Estado frisou, por seu lado, que a maioria da população ativa portuguesa continua a entrar no mercado de trabalho “muito impreparada”, apesar das medidas tomadas por anteriores governos.

Responsáveis de conselhos de educação de vários países da Europa estão reunidos até terça-feira na conferência dedicada a debater “Novas Competências para Novos Empregos”.

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